quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Localização e população


O patrimônio de Santa Isabel ocupa uma área de 10 alqueires paulista, no distrito de Soturna, município de Arealva, Estado de São Paulo, no lugar denominado “Cabeceira do Ribeirão Bonito”. Dista 20 km de Arealva, a 35 km de Bauru.

A maioria da população que vive no patrimônio tem sua fonte de subsistência no trabalho realizado nos sítios das redondezas. Ai executam tarefas por dia, por mês, por empreita ou à meia. Estes trabalhos esta voltado para atividades agrícolas e pecuárias. Antigamente predominava a cultura do café e milho. Atualmente predomina-se também a cultura da cana de açúcar e eucalipto.
No que tange a pecuária, destaca-se a criação de gado de corte e a retirada do leite para fornecimento de laticínios da região. Outras atividades como a criação de porcos e galinhas, podem ser encontradas em menor escala, mas de forma constante nas diversas propriedades.


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Religiosidade



Primeira Procissão a Cavalos 
 

A sonfona sempre presente

Antonio Limão em uma de suas atividades. Nas horas de descontração animava com sua sanfona os colegas e vizinhos.

Capela Isabel - Alvenaria

                                                                  
                                                          

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Uma ressalva

Em 1973, a comissão da capela acabou, foram passado 9 anos sem fazer nada, nem para a igreja que ainda  era de tábua. Em março de 1946, reunimos uma nova comissão e recebemos o caixa, das mãos do senhor Antonio Fernandes, a quantia de 170 mil réis, foi arquivado no livro. Ai levantou-se esta igreja, que já estavam feito os alicerces. Na mesma data em março de 1946, foi onde eu Antonio Limão, tomei parte da nova comissão, com o cargo de 2º secretário, um ano mais tarde passei a 1º secretário, onde permaneci neste cargo por 20 anos, até maio de 1966.

Carta Histórica - Santa Isabel, 28 de novembro de 1983.

                                                                                                                                           Texto: Antonio Limão